quarta-feira, novembro 26, 2008

PRETÉRITOS IMORTAIS

"Assim, o que cada um vê, em mim, é somente aquilo que quer ver, não, o que é real e existe." by Grimoire

Há um mundo para lá do que o olhar alcança. Um mundo onde um lençol basta para cobrir os Sentidos que tatuam o corpo e moram na Alma. Tudo o que tocas, Harpa de dor, se transforma em beleza e encanto. Sobre essa arcada que é a Vida, ponte onde muitos passaram, outros pisaram, guardas os pretéritos imortais do que te possibilita hoje dizer: Sou! E já as escadas gastas pelo Tempo não te impedirão de acreditar que muitos sonhos por elas passaram e continuarão noite após noite, dia após dia a abraçar os que insistem em Sonhar. Oh Harpa da Vida, quantos mistérios e segredos vivem em ti, quantos fantasmas e medos se erguem dentro do teu Ser, quantos soluços soltas... Soluços de música peregrina que só encontram par na Alma divina. É a Harpa, dona dos Sonhos, senhora dos ecos que murmuram os céus nas noites de saudade onde os pretéritos são imortais.

3 Comments:

Blogger Véu de Maya said...

Os véus do invisíel que conduz à nascente dos sentidos...que não deixem escapar o primordial- Busca infindável...mas talvez tudo se perca no tempo...discuro cirular...valeria a pena mais um puco de geometria paramadir a grandeza das coisas...

xi pra ti

6:47 da tarde  
Blogger Véu de Maya said...

errata:
os véus do invisível

...discurso circular..

para medir...

6:48 da tarde  
Blogger Felipe Fanuel said...

Assim, o que cada um vê, em mim, é somente aquilo que quer ver, não, o que é real e existe.

Hoje postei, a partir do pensamento de Fernando Pessoa, idéias sobre os muitos outros que moram em nós.

Na citação acima, há pelo menos um outro para além daquele que se vê.

8:17 da tarde  

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